Sim, um blog faz-se para os que vão desfrutar dele, vós leitores! Por isso, desde hoje — dia de nascimento do Martim, meu segundo neto — aqui estarei para tentar que sejam mais Felizes, contando pequenas histórias que enaltecem os Valores Humanos mais importantes e que tornam as nossas vidas mais emocionantes, felizes, solidárias, amorosas, carinhosas, corajosas, motivantes.. encantadas!
Alguns dos Valores Humanos que serão a missão do blog:
Abraço, Afeto, Ajuda, Altruísmo, Amigos, Amizade, Amor, Aprender com os Erros, Arte de Ser, Atenção, Autêntico, Autoconsciência, Autoestima, Autoregulação, Avós, Bondade, Bom Senso, Caridade, Celebração, Compaixão, Companhia, Compreender, Comunicação, Confiável,Consideração, Cooperar, Coração, Coragem, Cuidar, Dançar, Diálogo, Dignidade, Doação, Educação, n/Egoísmo, Elevação Moral, Emocional, Empatia, Escolhas Éticas, Espírito de Equipa, Família, Felicidade, Filhos, Flexibilidade, Força, Fraternidade, Futuro, Generosidade, Gentil, Genuíno, Gratidão, Habilidades Sociais, Harmonia, Humildade, n/Indiferença, Integridade, Inteligência Emocional, Mestre, Motivação, Mudança, Netos, Pais, Perdão, Presente, Princípios, Propósito, Relação Humana, Respeito, Rir, Sabedoria, Saúde, Sensibilidade, Simplicidade, Sorriso, Solidário, Sonhos, Sucesso Pessoal-Escolar-Profissional, Sorrir, Suporte, Relações Interpessoais, Resiliência, Ternura, Tutor, Valores Morais… e ViverComoSeEstivéssemosADançar 🙂
Acabei de comprar as prendas de Natal do meu neto Afonso e, é nesta época natalícia — a época do ano que mais adoro! — que todos nós nos lembramos mais destes Valores, sem os quais a humanidade não poderia existir. Esta seria uma tragédia, um pesadelo, um inferno completamente insustentável para qualquer ser humano.
Assim, voltando ao assunto ‘blog’, pensei durante semanas sobre que histórias iria contar na minha publicação de lançamento do blog: cá estão finalmente para todos lerem, ouvirem e verem. Espero que gostem e partilhem com os vossos familiares e amigos.
Em primeiro lugar devo uma explicação sobre o nome que escolhi para o blog, parece um nome algo estranho não é? Foi pela descoberta de um livro fascinante com este nome, cujos autores são um filósofo e um escritor japoneses e, que já teve mais de 3 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Na vida há encontros em que um livro em que pegamos por acaso num dia, acaba por alterar completamente o nosso panorama na manhã seguinte. Deixo-vos alguns excertos do diálogo entre as personagens do livro:
FILÓSOFO – Pensa assim: a vida é uma série de momentos que vivemos como se estivéssemos a dançar; neste preciso momento a rodopiar em círculos a cada instante que passa. E quando acontece olharmos em nosso redor, apercebemo-nos de que “parece que já cheguei até aqui”. Entre os que dançaram a dança do exame da Ordem dos Advogados, há pessoas que se tornam advogados. Há pessoas que dançaram a dança da escrita e se tornam escritores. É evidente que também sucede haver quem acabe em lugares completamente diferentes. Mas nenhuma dessas vidas terminou “a meio do caminho”. Basta sentirmo-nos no momento presente em que estamos a dançar.
ESTUDANTE – É suficiente se pudermos dançar no presente?
FILÓSOFO – Sim. No caso da dança, o objetivo é a própria dança e, ninguém se preocupa que ela nos leve a algum lado. Pode naturalmente acontecer que alguém chegue a algum lado por ter dançado. Como estamos a dançar, não ficamos no mesmo lugar. Mas não há nenhum destino. Tal como um viajante que se guia pela Estrela do Norte, também nós precisamos de uma estrela que nos guie nas nossas vidas.
ESTUDANTE – Que estrela é essa?
FILÓSOFO – É o contributo para os outros.
ESTUDANTE – Hum? Contributo para os outros!
FILÓSOFO – Independentemente dos momentos que estiveres a viver ou de existirem pessoas que não gostem de ti, enquanto não perderes de vista a estrela do “eu contribuo para os outros”, não te perdes no teu caminho e podes fazer o que te apetecer. Quer sejas ou não mal-amado, não vais ligar a isso e vais viver livre.
ESTUDANTE – Se eu tiver a estrela do contributo para os outros, lá bem alto no firmamento, acima de mim, terei sempre felicidade e verdadeiros amigos ao meu lado.
FILÓSOFO – Depois, dança com seriedade cada momento presente e vive com seriedade. Não olhes para o passado (para as coisas más) nem para o futuro (pessimista). Vive cada momento pleno como uma dança. Não há necessidade de competir com ninguém e de nada te servem os destinos. Enquanto dançares, chegas a algum lado. Lembras-te de Charlie Chaplin, que gostava tanto de dançar nos seus filmes mudos? Para ele a felicidade era assim:
- Nada é permanente neste mundo, nem mesmo os nossos problemas
- Gosto de passear à chuva, porque assim ninguém vê as minhas lágrimas
- O dia que mais desperdiçamos na vida é aquele em que não nos rimos de alguma coisa!